Meu primeiro contato com o Linux se deu por uma distribuição brasileira de uma empresa catarinense Conectiva. O CD com a versão Conectiva 2.0 Marumbi de 1998 ainda está na minha gaveta.
A alguns anos a empresa mudou o nome para Mandriva, quando foi adquirida pela francesa Mandrake.
Depois de muitos testes com várias distribuições, à aproximadamente 3 anos tenho utilizado em meu trabalho um desktop Linux. Não tenho o que reclamar o sistema é estável e as opções de software disponíveis gratuitamente, sem adware ou limitações, são muito superiores ao ambiente Windows.
Se você quer uma oportunidade para conhecer o linux, mas não tem experiência para instalar o sistema em sua máquina, aproveite o Install Fest Mandriva Linux 2008, que a Mandriva irá realizar no dia 24 de novembro. A empresa irá oferecer a instalação gratuita da nova versão do Mandriva. Aproveite.
Eu mesmo estou pensando seriamente em aproveitar a oportunidade para atualizar o meu micro de casa. Ele ainda roda Windows XP, devido a uma placa de TV que só funciona completamente com o software da placa. Já encontrei muita informação de como configurar a placa no Linux, mas nunca foi bem sucedido. Quem sabe não é hora de migrar?
Se você preferir manter o Windows na máquina, não se preocupe, o Linux convive com perfeição como uma instalação paralela.
Além das principais capitais, o Install Fest será realizado também em alguns municípios do interior, confira a lista completa em: http://www.mandriva.com.br/installfest.php.
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No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.”
Carlos Drummond de Andrade
Hoje, 31 de outubro é aniversário de nascimento de Carlos Drummond de Andrade, considerado um dos principais poetas modernistas brasileiros. Escreveu poemas, livros infantis, contos e crônicas.
Nasceu em Itabira/MG em 1902 e faleceu no Rio de Janeiro em 1987. Sua poesia da Pedra no meio do Caminho foi uma das poucas poesias que me marcou a infância.
Na ocasião de 100 anos de seu nascimento foi homenageado com uma estátua no posto 6 da praia de Copacabana no Rio de Janeiro:

Estátua feita pelo artista mineiro Leo Santana, Copacabana, Rio de Janeiro.
Fique atento, poesia custa mais barato do que você imagina: Pesquise preços no Buscapé de Livros de Carlos Drummond de Andrade, livros de poesia e pacote de viagens.
Sempre é legal, mas sempre vale a pena ver. Na tarde de hoje 27/10/2007 apresentou-se a Esquadrilha da Fumaça em São José dos Campos, como parte do evento Portões Abertos do CTA.
Resolvemos ter uma visão diferente das acrobacias, então em vez de ir ao aeroporto e ficar me espremendo no meio da multidão, subi o telhado e tirei algumas fotos.
É bem legal poder ver as acrobacias de outros ângulos, embora de pertinho a adrenalina sobe mais!
Uma seqüência de fotos de cima do telhado:
Coração com 3 aeronaves de cada lado
6 aeronaves se encontrando
Loop em Formação
Mais um loop agora com 4 aeronaves
Linda composição com o sol. Clique para baixar um Papel de Parede 1024×768
Uma só Aeronave, bem próxima
Subindo… Subindo…
As Sete Aeronaves da Esquadrilha em Formação
O legal de ir ao aeroporto é que dá pra ver as aeronaves bem de perto.

Um dos Tucanos da Esquadrilha com os pilotos. Foto do Show do ano passado.
Mas se quizer mesmo notícias frescas como pão às 6 da manhã, tem sites que são só sobre isso:
No favoritos destes dois blogs tem uma lista enorme, absurda e razoavelmente gigantesca de links para outros sites. Se forem ler cada um dos sites listados, já vão ter notícias de Lost para ler até fevereiro do ano que vem quando começa a quarta temporada!
Mas se quizer comprar os box das temporadas anteriores para rever, ou para ver o que é isso de Lost, pague mais em conta pesquisando o preço no Buscapé: Box da Primeira, Segunda e Terceira temporada de Lost(mais jabá?!)
Box da Primeira, Segunda e Terceira temporada de Lost, dvd players e celulares.
Escritor e aventureiro, brasileiro está completando 52 anos neste dia 25 de setembro.
Notável pela sua vida e conquistas, e também por sua forma de descrever o mundo em seus livros. Nos faz viajar suas viagens e ir até onde poucos homens foram capazes de ir.
Em sua solidão no Atlântico em 1984, quando cruzou o oceano em um barco a remo, descobrimos que na verdade, o mar é tão cheio de vida, que solidão não foi exatamente o que ele passou. Solidão de pessoas, sim. Mas em seu relato não me pareceu que um dia sequer ele esteve longe dos pássaros, peixes ou grandes animais marinhos. A natureza gritava todos os dias que não estamos sós nesta Terra.
O livro “100 dias entre o céu e o mar” onde ele narra esta primeira grande aventura, nos deliciamos com cada detalhe e com cada vitória. Quando passa próximo da ilha Santa Helena no meio do Atlântico ficamos torcendo para ele ver a ilha.
Não preciso dizer que é leitura altamente recomendada. Aliás, preciso: eu li e recomendo.
Estou com o segundo livro na prateleira: Paratii Entre Dois Polos . É um das minhas próximas leituras. Este conta a aventura de ir até a Antártica, ficar preso no gelo durante 6 meses, ir até o Ártico e voltar ao Brasil.
Sinceramente uma vida cheia de realizações, vitórias e muita muita luta.
Feliz aniversário Amyr Klink!
As Janelas Do Paratii
“Pelas janelas de um barco faz-se o mundo passar. Que me desculpem os entendidos com seus rigores técnicos e nomes precisos - mais do que escotilhas, gaiútas ou vigias, o meu barco tem porta e janelas. Sete, grandes e claras, por onde, trabalhando as velas e juntando milhas, fiz passar as latitudes e paisagens que procurei. E uma porta, por onde passei mais vezes do que sei. Sete janelas, uma para cada mar, voltadas para os lados e para a frente, que transformaram distâncias em tempo, fizeram do desconhecido o seu porto e, ao final, não se fecharam em porto nenhum.
Vinte e dois meses viajando no Paratii, atravessando nos alísios as areias do Saara ou marcando de gelo o alumínio do costado, descobri que apenas para isso serve um barco.
Para não viver em portos, e navegar. Para fazer passar por suas janelas o mundo, e, um dia, voltar”
“O mar não é um obstáculo: é um caminho”.
Amyr Klink.

Barco a remo utilizado em sua travessia do Atlântico em 1984
Livros de Amyr Klink, livros de aventura e pacote de viagens.
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