Para os alunos do Curso de Programação Web em Java, e para os visitantes aqui do site, está disponível agora um novo fórum.
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Os vídeos de hoje também são em homenagem à corrida espacial, vamos ver agora alguns lançamentos de foguetes que não deram certo.
Para que o projeto de enviar o homem ao espaço fosse bem sucedido, foi preciso testar muito. Não é fácil fazer uma nave romper a gravidade e entrar em órbita. Para atingir a velocidade de 28.000 Km/h do ônibus espacial uma força enorme deve ser executada. Controlar estas forças é a principal dificuldade de construir as naves espaciais.
Falhas acontecem e algumas são de dar medo:
Uma enorme e assustadora explosão de um foguete Soyuz russo. O americano filmando simplesmente perde o controle e começa a soltar palavrão para tudo que é lado. Assustador.
E na corrida para levar o homem à Lua os soviéticos também construíram um foguete imenso como o Saturno V. Porém não foram bem sucedidos.
Vejam o colossal foguete N1 em uma apresentação de gala:
E não são só os russos que tem seus problemas, os americanos também cometeram falhas. No projeto Apollo três astronautas morreram durante um teste dentro da cápsula ainda em terra. Ao contrário do restante do projeto Apollo, a Apollo 1 foi um desastre. Já virou filme inclusive:
Outras explosões famosas e mais caras, em vidas humanas e dinheiro foram os dois ônibus espaciais que se desintegraram, Challenger no lançamento e Colúmbia na reentrada na atmosfera:
A explosão da Colúmbia provocou atraso no programa espacial e principalmente na construção da Estação Espacial Internacional.
E por fim uma longa coletânea de foguetes americanos mal sucedidos:
A música é ruim, então se quizer diminuir o volume e colocar outra música mais interessante fique a vontade.
Alguns até que se saem bem. Outros nem tanto.Embora lançamentos bem sucedidos sejam de tirar o fôlego, depois de uma coleção de explosões como estas, dá pra pensar mil vezes antes de querer ver um lançamento de perto.
Vitória da comunidade Open Source: o padrão Open XML da microsoft não foi aprovada pela ISO.
Considero isso uma vitória, pela forma que o padrão foi escrito e divulgado, e por privilegiar aplicativos Microsoft.
Um Padrão seria ótimo
Seria ótimo que a Microsoft desenvolvesse um padrão aberto de fato para os arquivos produzidos pelo seu pacote Office. Isso permitiria que os pacotes de escritório abertos, como o OpenOffice pudessem trabalhar com os arquivos da Microsoft sem perda de configuração. Mas este proposto não é bom
Infelizmente, embora descreva muitos detalhes do formato em seu documento encaminhado para a ISO, muitas informações no documento levam a referência a dados fechados de versões anteriores do pacote, ou mesmo a detalhes específicos das aplicações da Microsoft.
O problema é que este “padrão” foi escrito durante e depois da construção da aplicação. Não o contrário.
A parte mais problemática do padrão, que são os scripts ou macros do Excel e Word, não são descritos no nível de detalhe necessário para ser reproduzido por pacotes concorrentes. Porque a Microsoft resiste ao padrão aberto?
Se o mundo fosse perfeito, a Microsoft adotaria o ODF e acabaria com a briga. Mas eles não vão largar o osso tão fácil.
As últimas notícias sobre lucros da divisão da Microsoft que desenvolve o pacote Office anunciam 2,9 bilhões de dólares em um trimestre. Crescimento de 15% sobre o mesmo período do ano anterior. Espere sentado a Microsoft permitir o crescimento da concorrência. A maneira atual da Microsoft deixar a concorrência bem longe é manter o “padrão” complexo para que o software concorrente não o reconheça completamente. Próximos passos
Fevereiro do ano que vem será realizada nova reunião, quando o comitê que analisa o assunto poderá rever a posição. Se não chegarem a um consenso o processo “fast track” será terminado. A Microsoft poderá ainda dar entrada em um novo processo, mas desta vez usando as regras padrões da Iso, que são bem mais demoradas.
Pensei que Matrix era apenas ficção. Pois não é que pesquisadores alemães maquinaram sistemas de geração de energia elétrica através do calor humano?
Isso mesmo, o instituto Fraunhofer projetou um equipamento que gera até 200 milivolts. Energia suficiente para funcionar pequenos circuitos eletrônicos.Este instituto alemão ficou famoso desenvolvendo o algoritmo Mp3 (valeu pessoal!) .
Como pode-se ver a direita da foto o dispositivo precisa somente do toque da palma da mão para produzir energia. (clique na foto para uma imagem maior)
Usando matemática extrema, vamos calcular a quantidade de energia que toda a humanidade poderia produzir com bilhões de máquinas como esta:
0,1790 V
0,0113 A
0,0020 W
6.500.000.000 hab
13.147.550 ou 13,1 MW
irá produzir 81 Mw. Acho que as máquinas se dariam melhor se tomassem as termoelétricas. Ainda mais que funcionam queimando quase tudo!
De qualquer maneira, agora para Matrix tornar-se realidade basta um supercomputador ganhar a consciência. O que não vai demorar muito. Acho que preciso voltar a escovar bits, para sair na frente na futura Matrix e ser o próximo TheOne.