Uma dica do site Lendo.org do André Gazola, estudante de Letras do Rio Grande do Sul: ouça os livros, no lugar de lê-los!
Este site que está no meus leitor de feeds a bastante tempo sempre tem boas dicas. Desta vez eu resolvi publicar aqui para meus leitores. Costumo colocar resenhas de livros que leio por aqui, talvez interesse para vocês:
Entre outros, vários livros do Machado de Assis, José de Alencar, Eça de Queiroz e outros grandes escritores da língua portuguesa. Aproveitem.
Vamos fazer uma máquina virtual Windows XP rodar em um sistema Ubuntu.
Não sabe o que é uma Máquina Virtual? Então veja a figura abaixo:
Trata-se de uma máquina comum rodando o sistema operacional Ubuntu 8.04. Porém em uma janela temos o Windows XP. Não é acesso remoto, é um sistema operacional completo rodando em uma simulação de computador. Este programa simulador engana o sistema operacional da máquina virtual fazendo ele acreditar que está rodando em um computador real.
O principal objetivo é permitir executar mais de um sistema operacional em uma mesma máquina (normalmente sistemas diferentes). Assim é possível rodar um programa somente para Windows em uma máquina virtual hospedado no Ubuntu.
Diferente do duplo boot, não é precisar reiniciar a máquina para usar outro sistema. Dá para usar os dois simultaneamente. Exatamente como vemos na imagem.
Outro uso de máquinas virtuais é a virtualização de servidores para facilitar a escalabilidade.
Eu Já tinha utilizado o VmWare para usar máquinas virtuais por muitos anos, porém tenho tido diversos problemas com ele, deste as últimas versões do Ubuntu. Os problemas eram de performance e atualizações que causavam uma dor de cabeça para reinstalar o vmWare.
Resolvi então testar o VirtualBox. E não me arrependi. Performance similar com mais facilidade para instalação. Mas principalmente por causa do recurso especial do final do artigo. Se é usuário do vmware, vai lá dar uma olhada antes de desistir deste artigo.
Instalação do Virtual Box:
sudo apt-get install virtualbox-ose
Nada mais simples.
Entre no Virtualbox (Aplicações/Ferramentas do Sistema/VirtualBox OSE)
Este artigo é especial para meus alunos da Faculdade. Eu queria escrever sobre o uso do Gmail, mas porque faria isso se já chegaram antes?
Artigo completo e detalhado para tem uma conta no WebMail que eu uso e recomento. Aí está:
Direto do Guia do PC.
Seguindo a dica do Luís Brudna, do blog Gluón aqui, recebi esta semana um carta da Nasa com materiais didáticos muito interessantes.
São apostilas e Cds com milhares de dados, fotos e textos de divulgação sobre Astronomia.

Se quiser receber também, use o endereço:
http://imagine.gsfc.nasa.gov/cgi-bin/pre_order.pl
Se preferir pode acessar o material dos CDs pela internet:
Em Inglês:
Astronomy Picture of the day: (para todas as idades)
http://apod.nasa.gov/apod/astropix.html
Imagine the Universe: (para 14 anos ou mais)
http://imagine.gsfc.nasa.gov
Cosmicopia: (todas as idades)
http://cosmicopia.gsfc.nasa.gov
StarChild: (entre 4 e 14 anos)
http://starchild.gsfc.nasa.gov
Em português: http://heasarc.gsfc.nasa.gov/nasap/docs/StarChild.html
Grouvie Movie: (todas as idades)
Um video clip com uma música bem “maneira” sobre “X-ray”, “High Energy” e outros “trecos”!
http://rxte.gsfc.nasa.gov/docs/xte/outreach/HEG/
Os Cds são uma cópia exata feita em janeiro de 2006 e janeiro de 2007 do material publicado na net.
Um dos poster é bem bonito. Já o segundo… de gosto duvidoso.
Pense bem ao fazer o pedido, afinal com o material quase todo na net, qual a utilidade? (Fora o fato de poder dizer aos amigos que recebeu uma carta da Nasa…
)
Segundo a Nasa o objetivo dos Cds é permitir o acesso aos materiais a professores que não tenham a internet em sala de aula, ou tenham acesso deficitário.
Se você acha que kilômetros é uma boa unidade de medida para distância das estrelas, olhe isto:
Estrela mais próxima de nós: 40.113.497.203.742,60 Km. (1)
Para mim este é um número completamente inútil. 40 trilhões de quilômetros. Faz idéia do que isso representa?
Eu não. Por este motivo uma medida mais comum quando lidamos com distâncias astronômicas é usar a velocidade da luz. Esta velocidade é constante no vácuo interestelar. Portanto medindo o tempo que a luz percorre uma distância podemos deduzir a própria distância. Instrumentos óticos e relógios de altíssima precisão permitem calcular estes tempos e medir as distâncias sem precisar passar um fita métrica até lá.
Agora vamos ver a mesma medida em anos-luz:
Estrela mais próxima: 4,24 anos-luz.
Esta medida significa que: se acendermos uma lâmpada aqui na terra neste exato instante, a luz gerada iria percorrer a distância até a estrela mais próxima em 4 anos e mais alguns dias.
É claro, deveria ser uma lâmpada bem potente para ser detectado de tão longe!
Vamos pensar um pouco a respeito. Se a luz que sai aqui da Terra leva 4 anos para chegar até lá, quanto tempo a luz gerada lá na estrela leva para chegar até aqui?
Resposta: 4 anos. A distância é a mesma!
Não sei se percebeu o que quer dizer a resposta acima. Quando eu descobri, não pude deixar de pensar em uma máquina do tempo. O Telescópio Espacial Hubble é uma máquina do tempo. Ele nos permite ver o passado.
Não entendeu? Pois é simples, se a luz de uma estrela leva 4 anos para chegar até sua retina, o que você vê é uma imagem da estrela à 4 anos atrás! Isso é, você vê o passado. A imagem atual da estrela você só verá em 2011, a luz levará mais 4 anos para chegar aqui!
Se entendeu o conceito acima, não vai conseguir olhar as estrelas da mesma maneira. Afinal todas as estrelas que vemos, na verdade são imagens do passado.
Uma estrela fácil de identificar a estrela Gama Cruz, também chamada Mimosa, é a ponta esquerda do Cruzeiro do Sul. Está localizado a 320 anos-luz de distância. Isso é, o que você vê é como ela era em 1651. Época em que viveu Galileu Galilei.
É claro que Galileu não viu a mesma imagem, afinal o que ele viu foi a estrela Mimosa de 1296. Confuso? Então, leia o artigo de novo, desta vez com mais atenção! (Desculpe meu lado professor, mas sempre peço isso aos meus alunos.)
Se quiser ver uma das estrelas mais próximas, primeiro localize o Cruzeiro do Sul. Normalmente a única constelação identificável pela maioria das pessoas:
A estrela Alfa Centauri está destacada na imagem.
Veja que ao observar a posição do Cruzeiro em pé, a estrela Alfa Centauri estará sempre “à sua esquerda”(2) formando um par brilhante com a Beta Centauri. Como a Terra gira, o Cruzeiro não aparece de pé o tempo todo como na imagem acima , então é só imaginar como se estivesse e olhar à esquerda(2). Veja como fica depois de várias horas:
Alfa Centauri é a estrela alaranjada no topo da imagem.
Apesar de parecer a olho nu apenas uma estrela, temos 2 estrelas bem próximas uma das outras:
Alfa Centauri A e B formam um sistema binário que giram um ao redor do outro a cada 80 anos. Estas duas são as estrelas visíveis a olho nu mais próximas de nós. Mais perto que estas duas temos somente a estrela Proxima Centauri: 4,24 anos-luz.
“Apesar de estar mais próxima, não é visível por se tratar de uma pequena anã vermelha de fraco brilho e com diâmetro aproximado de 6 vêzes o da Terra”. (veja mais em: Uranometria Nova e Observatório Phoenix, agradeço Marcelo Moura pela correção)