Esta é a terceira parte do concurso “Eu, Robo?”.
A primeira parte e a segunda estão aqui e aqui.
O bate papo sobre Inteligência Artificial está ficando interessantíssimo. Se você também está a fim de participar, é só ler as ideias dos outros leitores e formular e publicar as suas nos comentários dos artigos, ou em seu blog.
A você que já participou, muitíssimo obrigado. Graças a você a conversa está ficando riquíssima. Lembro que prêmio está de pé, e já tenho dois candidatos bem colocados.
Eu comecei a conversa, pois estou em fase de laboratório e pesquisa para escrever meu segundo romance. O primeiro, Vermelho Vivo, foi sobre uma viagem a Marte, e este novo é exatamente sobre IA.
Hoje quero propor outra abordagem sobre a discussão sobre IA. Supondo que um grande computador fosse construído, e este ganhasse consciência (esta é a premissa do livro que estou escrevendo):
- Como seria a auto imagem de uma máquina assim?
Eu fico imaginando que a primeira destas máquinas seria um grande supercomputador ocupando um datacenter inteiro, ou mesmo vários deles interligados. Agora imagine o que a máquina iria pensar sobre si mesmo.
- Como ela iria se comparar com as pessoas?
Parece estranho, mas se a máquina pensasse realmente, teríamos uma personalidade, com seus dilemas, baixa auto-estima, questões filosóficas e afins.
Acho que seria algo bem interessante de lidar.
- Teríamos que arrumar algum analista para cuidar das neuroses da máquina?
- <ironia>Seria legal a máquina ler livros de auto-ajuda? </ironia>
Deixem suas idéias sobre o comportamento e neuroses que uma IA poderia adquirir diante de sua condição diferente dos humanos.
Acho que esta abordagem será interessante para o Luís Fernando comentar… Vai lá xará!
Mais um Blog Especial
E esta série sobre IA está rendendo boas descobertas. Descobri mais um blog especial! O blog é Sinapse Oculta do Luis Fernando, pesquisador em Neurociências e estudante e praticante de Psicanálise no Núcleo Távola de Ribeirão Preto. O blog tem ênfase em psicanálise e ajudou muito a quebrar meu pequeno preconceito de Freud. Os textos dele são objetivos e claros, e altamente recomendados para quem tem interesse na área.
Quanto ao pequeno preconceito ao Freud, me defendo dizendo que meu pai é psicólogo de uma escola que não vê o Freud da mesma maneira que o Luis Fernando!

Ainda tem gente honesta neste mundo.
