Está previsto para o próximo dia 4 de março, sexta-feira, o lançamento da nave Glory.
A missão tem como objetivo ajudar a medir o impacto de partículas minúsculas, chamadas aerossóis, no balanço energético no planeta. As partículas estão presentes na alta atmosfera e variações em sua quantidade, como quando ocorrem erupções vulcânicas, provocam mudanças climáticas.
Com este estudo será possível melhorar os modelos climáticos e assim confirmar as causas, previsões futuras e possíveis soluções para as mudanças climáticas.
A discussão sobre o impacto dos aerossóis é controversa. O IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática) considera em seus modelos que os aerossóis resfriam a Terra, enquanto o MIT (Massachusetts Institute of Technology) realizou um estudo que mostrou o contrário, ou pelo menos equilíbrio.
Esta missão poderia ajudar a dirimir a questão e quem sabe levar a estudos mais aprofundados em engenharia climática.
O que é engenharia climática?
Imagine lançar toneladas de partículas ao espaço simulando várias erupções vulcânicas. Imaginou? Pois é, tem alguns pesquisadores por aí que estão tentando modelar e calcular quanto seria necessário para que esta emissão gigante eliminasse os efeitos do aquecimento global. Os riscos são grandes demais para se realizar. Mas com modelos melhores os riscos diminuem.
IMHO, missão muito mais importante de muitas outras atuais da NASA.






