Sobre ser uma máquina ou morrer sem saber…

Hoje publiquei a segunda parte do livro “Máquina”, minha segunda empreitada literária. Novamente visito a ficção científica para contar um história fabulosa: quais seriam as consequências de nós conseguirmos construir uma máquina que pensasse como nós?

Máquina – Parte 1

Máquina – Parte 2

A terceira parte já está agendada para a próxima quarta-feira. Portando quem está doido para saber mais sobre a história, vai ter que esperar mais um pouco. Este artigo estou escrevendo para obter algum retorno sobre o que já está publicado.

Queria deixar uma pergunta só: Se você estivesse no lugar de Ana, a protagonista do livro, que logo de cara descobre-se máquina e não humano, preferiria permanecer na mentira ou saber toda a verdade? Porque considera mais vantagem a mentira, ou a verdade, neste caso?

Mande as respostas aqui no formulário de comentários, e participe você também desta história fantástica.

 

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2 comentários para “Sobre ser uma máquina ou morrer sem saber…”

  1. Giseli disse:

    Olá. Bem que gostaria de desenvolver melhor minha resposta, mas por causa da correria, terei que ser sucinta :) Eu preferiria a verdade, ainda que dolorosa. A vantagem de saber logo cedo é que ninguém poderia usar isso contra você mais tarde, como um ponto fraco. Imagina numa situação crucial, nunca se sabe qual, e naquele momento você descobre o que é, e isso poderia atrapalhar ou prejudicar você no momento em que soube. Sabendo disso em um lugar tranquilo, sem perigos e inimigos, é melhor e dá tempo de descobrir como se prevenir…

  2. Paulo Lima disse:

    Boa tarde meu Caro Irmão,
    Inicialmente, podemos dizer que sem ponderar variáveis externas, a verdade é a situação correta do ponto de vista ético. Mas vemos que ocorrem situações em que levando em conta variáveis externas e pessoas envolvidas, a verdade pode não ser ética, tornando esta questão relativa.
    Do ponto de vista filosófico, não há verdade absoluta, então depende muito da pessoa que julga.
    Por fim, como a Giseli eu particularmente considero a verdade o caminho mais confortável, porém, não nego que a mentira às vezes é praticada e por vezes necessária, mesmo que as convenções sociais digam o contrário.
    Abraço.
    Paulinho.

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