Esta é a última parte do concurso “Eu, Robô!”.
Se você não participou, dá tempo: vá aos outros artigos do concurso e participe nos comentários. Os participantes que melhor contribuírem para a discussão terão um prêmio ainda surpresa.
Hoje a discussão é sobre o futuro destas máquinas. Uma vez que tenhamos construído uma máquina pensante:
- Quais seriam nossos planos para o futuro das máquinas?
- Seria útil tornar as máquinas mais inteligentes que os humanos?
- Quais seriam as rotas de fuga, no caso das máquinas saírem do controle?
Espero que tenha aproveitado muito a discussão. Eu por minha parte agradeço a qualidade da participação que foi muito além do que eu planejava. Resultado sai ainda esta semana, aguarde.
Falando em planejamento, consegui finalizar o roteiro de meu livro sobre IA. Agora posso retomar a escrita do livro propriamente dito. Modéstia a parte, a história tem potencial, estou adorando minha nova experiência literária. Assim que fechar algum trecho eu coloco aqui no blog para você acompanhar.



*Quais seriam nossos planos para o futuro das máquinas?
Os planos acho que serão de facilitar a vida humana, descobrir em que as máquinas podem substituir nosso trabalho e talvez o de humanizar mais.
*Seria útil tornar as máquinas mais inteligentes que os humanos?
Pode ser útil quanto a nos auxiliar, a ajuda para pessoas com deficiências físicas ou mentais. As máquinas podem ser mais inteligentes que muitos humanos, mas será uma união de esforços. Em algumas fábricas ou indústrias a gente já sabe que as máquinas substituem o trabalho humano. Mas sempre terá homens para sua manutenção e bom funcionamento.
*Quais seriam as rotas de fuga, no caso das máquinas saírem do controle?
As deixarem de lado por um tempo, até que consiga-se organizar denovo, fazer novos ajustes e manter o caontrle da situação.
Hoje eu vi o ICube, um simpático robô que segundo seus criadores e pesquisadores auxilia na compreensão dos seres humanos. Quais as nossas dificuldades, até onde podemos ir com o pensamento, com as relações interpessoais. E a troca de papeis e funções.
Veja a reportagem do ICub
http://noticias.bol.uol.com.br/tecnologia/2009/09/08/ult4739u5081.jhtm
” * Quais seriam nossos planos para o futuro das máquinas?”
Bom, não sei se entendi bem sua pergunta… se você está se referindo ao futuro que daremos às máquinas, eu diria que, assim que as máquinas forem tão inteligentes a ponto de desenvolver consciência (ou perto disso), vamos ter que começar a criar direitos e deveres das máquinas ou algo assim.
” * Seria útil tornar as máquinas mais inteligentes que os humanos?”
Bom, para certas tarefas sim =) E afinal, eles podem dar insights e pontos de vista diferentes que nós nunca perceberíamos como humanos. Imagina ter uma IA física com noções revolucionárias sobre física… ou outra área qualquer. Claro que é uma faca de dois gumes, uma IA megainteligente tem seus riscos.
” * Quais seriam as rotas de fuga, no caso das máquinas saírem do controle?”
Fugir, fugir mesmo é complicado. Nosso grau de dependência da tecnologia é alto. Dependerá de o quão independentes as máquinas se tornariam. Se elas dependerem de algo específico e passível de ser cortado, parece que é mais viável uma ofensiva à dependência dessas máquinas do que uma fuga… Afinal, não temos tecnologia boa o suficiente para uma fuga em massa do planeta.
No futuro, se a tecnologia avançar o suficiente, só mesmo fugindo do planeta. Isso se as máquinas deixarem…
Quando falei em plano de fuga, não imaginei nós saindo do planeta! Estava é pensando em como “desligar” as máquinas, que salvaguardas teríamos. Tipo as leis da robótica do Asimov.
Putz, o comentário saiu duplicado. Sorry…
Ah, mais uma coisa, bom saber que tu já tem o esqueleto para o seu livro pronto! Sei que livros demoram para serem escritos, mas tem previsão de quando termina? =P Hehehe
Gisele, se eu conseguir o mesmo ritmo do primeiro livro, é coisa para o segundo semestre do ano que vem. Já terminou o primeiro?
Ah, ficarei no aguardo dos trechos de seu livro.
Gostei de participar aqui e estou conhecendo mais sobre essa tecnologia de Interligência Artificial.
Sou um tanto leiga, mas tentei expor minhas opiniões de forma como vejo e acho q pode ser no futuro.