Finalmente terminei definitivamente o meu primeiro livro: Vermelho Vivo.

Livro Vermelho Vivo

Livro Vermelho Vivo

Gosta de astronáutica? Ficção científica? Então este é um prato cheio para você.

Já publiquei aqui os primeiros 10 capítulos do livro. Então você pode saborear a história e ver se ela te pega, antes de gastar seu rico dinheirinho com um livro de um autor desconhecido como eu.

Como adquirir o livro Vermelho Vivo

Caso esteja do seu agrado, você já pode adquirir de três maneiras:

  1. Se é adepto de ebooks, basta fazer o download do Ebook do livro Vermelho Vivo e pagar o que julgar justo em:
    . Pague o que quizer: 10 reais, 2, 100 ou 200. Fica por seu critério.  Arquivo PDF com alta qualidade com a última edição do livro ilustrado. ( ~ 15MB)
  2. Compre o livro Vermelho Vivo que já está pronto e publicado no Clube dos Autores. Aceita-se qualquer cartão, e outras formas de pagamento. Os livros são impressos sob demanda.
  3. Encomende diretamente comigo informando o CEP e a quantidade desejada no email: contato @ tecnoclasta.com. Neste caso eu informarei o valor e o prazo de entrega. Os livros neste caso são edição de luxo com maior qualidade e menor preço por serem impressos em lotes.

Sobre escrever um livro

Feito o jabá, queria aproveitar para dividir com vocês um pouco da experiência que foi escrever este primeiro livro.

Inicio e motivação

Quando comecei, eu realmente não tinha grandes pretensões. Timidamente eu sequer me identifiquei como o auto do livro. Publiquei o primeiro capítulo aqui no blog e esperei para ver a reação dos leitores. Demorou um pouco mas começaram a aparecer alguns comentários. Todos eles favoráveis. Logo me animei e tentei dar prosseguimento ao livro.

Minha principal motivação sempre foi a conquista de escrever. Usar os processos mentais para criar alguma coisa do nada e materializá-lo em uma história. Você talvez me ache até um masoquista, porém me deu grande prazer colocar o cérebro no “turbo” e deixar rolar a imaginação.

Definição do Roteiro

Como a história era sobre uma viagem à Marte, o roteiro tem algumas partes bem previsíveis: a preparação, a viagem, as atividades em Marte, o retorno, as consequências. Comecei falando sobre a preparação sem pensar muito sobre o resto. E trabalhei bastante o personagem principal.

Depois dos primeiros quatro ou cinco capítulos eu resolvi revisar tudo e finalmente pensar um pouco mais detalhadamente no roteiro do livro. Fiz algumas decisões que modificaram ligeiramente o primeiro capítulo, mas já consegui pensar sobre tudo o que iria acontecer. Não recomendo começar um livro antes destas decisões que fiz aqui. Mas como disse, o tipo do livro me permitiu.

Defini também os personagens secundários e escrevi um pequeno resumo de suas personalidades, história e motivações. Acabei incluindo um novo personagem, o chinês Mister Won.

Fiz as decisões mais difíceis aqui. O mais complicado era decidir o que aconteceria quando chegassem em Marte e qual o desenlace do roteiro. Sabe, eu costumo manter problemas em minha cabeça por alguns dias para amadurecer as soluções. Não fico pensando sobre eles, mas de vez em quando dá um estalo e a solução aparece quando menos eu espero. Quando o desenlace do livro já estava em minha cabeça finalmente pude trabalhar muito nos detalhes antes de escrevê-lo.  Cheguei a discutir o desenlace com meu revisor, que me pareceu preocupado com o resultado.

Com o roteiro pronto, deixei apenas alguns detalhes do caminho para que idéias novas pudessem surgir.

Quase no automático

A partir deste ponto o livro escreveu-se quase sozinho. Estou exagerando, é claro, mas olhando agora sobre como foi, é assim que me parece. A escrita fluiu de forma natural e as coisas se encaixaram perfeitamente.

O Henderson do Despokafe, escreveu um artigo sobre “Como não escrever um livro” e nele ele fala sobre deixar os personagens conduzirem a história. Talvez ele eu tenha caído um pouco na armadilha que eu citou:

Deixar seus personagens tomarem conta do livro: Pode parecer frescura de (pseudo-)escritor, mas tem ocasiões que você simplesmente não consegue fazer os seus personagens agirem como você quer. Eles criam personalidade própria. Aí o personagem fica artificial, idealizado, chato, ou tudo isso junto.  Desse ponto em diante não tem jeito, a não ser matar a sua personagem. Como você não vai conseguir, o melhor a fazer é desistir logo e partir para o próximo “best seller”.

Eu tentei fazer os personagens fugirem um pouco dos seus trilhos. E acho que em alguns momentos eu consegui.

Minhas férias em janeiro me permitiram escrever grande parte do livro sem interrupções e preocupações.

A satisfação do resultado

Depois de mais de oito meses de trabalho o resultado é um livro real e simplesmente meu!

Tentei com todas forças ler o livro de maneira crítica e não sei se consegui. Mas a leitura me foi muito, muito prazerosa. Escrevi o livro pensando em mim, e consegui me agradar. Me daria nota 7,5 de 10. Como é o primeiro livro acho que está de bom tamanho.

O futuro

Não vou ficar somente neste livro. Já estou trabalhando no segundo. Trabalhando somente na minha cabeça ainda. O roteiro ainda não está fechado, porém os principais personagens já estão começando a ganhar vida. O protagonista será uma inteligência artificial.

Por enquanto eu continuarei escrevendo Ficção Científica, que é minha literatura preferida. Mas se me surgir uma idéia mais geral, e que me capture a imaginação, nada impede de eu me aventurar por outras praias.

Portanto, agora sou um escritor. E antes de me achar um pedante ou um convencido, já que o livro não foi publicado por uma editora sendo apenas uma auto-publicação, veja minha definição do escritor:

Escritor é o artista que se expressa através da escrita.

Em algum lugar da minha definição está escrito que o escritor deve ser lido? Ou mesmo que deve escrever bem?

Descobri uma maneira de me expressar de forma artística, usar meu cérebro de maneira prazerosa e isso é o que está valendo para mim.

Escrevendo um Livro: Como nasceu um Escritor

Comecei a me preparar para um novo curso gratuito aqui no Tecnoclasta. Antes de começar a publicar quero saber quem está interessado em um curso de linguagem C. Alguém dos leitores? Se você quiser participar deixe um comentário aqui em baixo.

Linguagem C

O modelo do novo curso será similar aos dois que já estão aqui publicados. A aula inaugural será após eu receber os primeiros pedidos do curso. (isso é, pode ser nunca… )

Foi muito off-topic o artigo sobre o Michael Jackson, mas eu gosto de fazer isso as vezes, lembram-se do artigo do Djavan? É o típico artigo que fiz só para eu mesmo… se agradou alguém é legal, mas não era este o objetivo. Foi só para registrar meu estado de espírito.

Aliás, falando nisso, eu estou estranho, me sentindo um velho! É estranho um cara que era jovem e cheio de energia, na minha memória, morrer aos 50 anos. Poxa, na minha cabeça o cara ainda tinhas seus vinte ou trinta! Pelo menos na minha memória o que fica é isso. Gozado que morrer aos 50 nem é assim tão estranho, o problema é que ele “não tinha” isso.

Estava ouvindo meus MP3 aqui no computador e vi que o que eu tinha era velharia: Queen, Guns N’ Roses, Michael, U2, Elton John,  etc. Tudo anos 80/90. Credo acho que preciso me reciclar. Pelo meu estilo você tem algo mais moderno que me recomendar? Deixe nos comentários.

Sobre novidades, atualizei a minha sessão de “Minhas Leituras”. Lá você pode me conhecer melhor por meio de uma lista de livros. Todos os livros que tenho lido nos últimos anos estão lá com um pequeno comentário. Se você quer descobrir alguns livros bons de Ficção Científica ou mesmo de literatura geral, tem uma lista lá. Tá lá em cima no menu.

Até meados de julho estrarei de férias da escola e pretendo iniciar meu segundo livro. Aliás ainda não divulguei aqui que já publiquei o primeiro. Vermelho Vivo já está disponível para você comprá-lo. Se leu e gostou do início do livro que publiquei aqui, agora pode ler a história completa. Veja aqui como comprá-lo. Os primeiros capítulos continuam publicados lá, então dá para não comprar no escuro. Boas leituras.

E férias significam menos artigos no blog. Uma pena, pois já estão escassos. Mas não desista meu amigo, pois os artigos tardam, mas não falham. Sempre tem novidades por aqui não é?

Vou abrir uma exceção e escreverei merdas neste artigo, se isso te incomodar pule para o próximo. É que não encontrei palavra melhor.

Morreu Michael Jackson

Morreu Michael Jackson

Já sentiu aquela sensação que algo vai dar merda? Você vê alguém ou alguma coisa tomando um determinado rumo e aquele sentimento de que aquilo não vai terminar bem é indescritível?

Me sentia assim quando via a transformação de Michael Jackson. Era claro. Ele definhava diante dos olhos de todos.

Eu realmente sou um otimista. Eu sempre via aquilo e ao mesmo tempo que tinha este sentimento de merda feita, acreditava racionalmente que ele daria a volta por cima. Quer dizer, ele deixaria para trás aquele buraco que cavava para si.

Racionalmente era assim. Embora sentia perfeitamente o cheiro da merda.

Até que ele durou. 50 anos de uma vida assim, neste desespero que parecia viver. Também acredito que deve ter sido um grande alívio para ele chegar ao fim… Vá saber.

Minha homenagem ao CARA. Andar na Lua:

Lembre-mo-nos Daquela dança fantástica, Daquele LP matador, Daquela música arrebatadora.

Afinal, todos quando morrem viram “santos”. Ou passam a andar nas nuvens…

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